quarta-feira, 10 de abril de 2013

Rita Hayworth - Documentário - Vida - TOP 6 dos melhores filmes

Hoje de manhã vi um documentário incrível sobre a vida da Rita Hayworth. Ela é uma das minhas atrizes preferidas da old hollywood, o sorriso dela sempre me encantou, ela passava sensualidade e simplicidade ao mesmo tempo. Foi casada com um princípe e não se aproveitou da ocasião para tirar um tostão dele após o divórcio. Uma ótima atriz e uma incrível dançarina, essa era a Rita.
Filha de um dançarino espanhol, Margarita Demorado deixou de ser uma simples dançarina de Tijuana para se transformar em mito como Rita Hayworth, a atriz que erotizou Hollywood e morreu  vítima de Alzheimer.
Sua carreira artística - conduzida pelos patrões do "star system", fórmula maquiavélica da indústria de cinema para fabricar estrelas - começou de maneira forçada pelo seu pai e foi moldada pelos estúdios cinematográficos até começar a dar frutos na década de 1940.
O filme Ao Compasso do Amor (1941), marcado pela parceria com Fred Astaire, deu muita fama e reconhecimento a atriz, que, por sua vez, chegou a virar capa da revista Time. Mas, somente em 1946, com Gilda, a atriz começou a se transformar em uma lenda a base de sensualidade e números musicais, a chamada "deusa do amor".
Filha de Volga Haworth e Eduardo Demorado, que tinha chegado aos EUA em busca de melhores condições cinco anos antes, a atriz nasceu em Nova York, no dia 17 de Outubro de 1918. A jovem de origem hispânica estreou como dançarina aos 12 anos no grupo fundado por seu pai, The Dancing Demorados. Com este, a atriz se mudou para Tijuana (México) com a intenção de se aproximar do florescente mundo da sétimo arte.

Aos 16 anos, a então Margarita fez sua primeira aparição nas telas com o filme mexicano Cruz Diablo e conseguiu atrair a atenção de um executivo da Fox que a conduziu em direção às grandes produções com Dante's Inferno (1935).
Até 1937, Margarita ainda não havia mudado seu nome de Demorado para Hayworth, uma decisão que chegaria depois que seu primeiro marido, Edward Judson, alcançasse um contrato com a Columbia Pictures. A partir do acordo com o produtor Harry Cohn, a atriz se transformou em Rita Hayworth.
Desta forma, a nova Rita se desfez de suas referências latinas para deixar a imagem de exótica e poder receber papéis principais, incorporou uma "y" no sobrenome de sua mãe por motivos comerciais e mudou todo seu visual, tingindo seus cabelos de ruivo.
A atriz também que teve que perder muito peso para se enquadrar no perfil de Hollywood, onde suas curvas marcariam os padrões de beleza por mais de uma década.
 Em 1979, Rita já se encontrava com a saúde bastante debilitada, ainda mais com o consumo exagerado de bebidas alcoólicas. Antes de sua morte em 1987, sua filha Yasmin Aga Khan cuidou muito da mãe, que, por sua vez, só "gritava e insultava" a filha por causa de sua visível deterioração. :(

O nome do documentário é RITA HAYWORTH: DANCING INTO THE DREAM, tem a ficha completa aqui:
http://filmow.com/rita-hayworth-dancando-num-sonho-t47429/ 

Pra baixar via torrent clique aqui:
http://torfinder.net/rita+hayworth+dancing+into+the+dream.html 

Mas infelizmente o download não tem legendas em português.

"Quando a vi, perdi a sanidade por um bom tempo. Alguns podem farejar o perigo, eu não", disse o personagem de Orson Welles sobre a impactante Rita Hayworth, no filme "A Dama de Shanghai". Um de seus cinco maridos fora das telas, o também diretor Welles multiplicou o rosto de Rita em um ágil labirinto de espelhos quebrados, em uma cena antológica.
Um de seus personagens mais memoráveis é o papel-título de "Gilda", mulher desejável que causava incêndios e terremotos enquanto tirava sensualmente uma de suas longas luvas, descobrindo seu braço em uma nudez estonteante e tornando-se definitivamente o símbolo sexual dos anos 40.

Eis aqui a famosa cena do filme Gilda

TOP 6 dos melhores filmes de Rita

1º Paraíso infernal - 1939
2º Gilda - 1946
3º Bonita como nunca - 1942
4º A dama de Shangai - 1948
5º Seis destinos - 1942
6º Modelos - 1944



Me deixa triste ve-la, não sei por quê... Acho que é saudades.
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